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2






 

 

 

 *****

 SEMPRE

EM CONSTANTE

ATUALIZAÇÃO!

*****
(BRASIL)

(CAMPO GRANDE)

(MS)

*****
COPYRIGHT

BY

CLAUDIONOR

ARAÚJO

DA

SILVA

Poesias001

 

 


 

 

 

  

MELHOR DESEMPENHO COM O FIREFOX

 

 

 

01- TEATRO

(Claudionor Araújo da Silva)

 

A casa está alagada

De imundícies e profilaxias ambíguas.

Romeiros descrentes

São questionados

Por cristãos cansados.

A beleza virtual ganha pontos

De positividade.

Tempos negativos virão...

O Senhor Bagunça

Poderá chegar

Em primeiro lugar.

Hoje tem show!

Infelizmente,

Estou na plateia!

 

 


 

 

02- RAINHA MAMÃE

(Claudionor Araújo da Silva)

 

Ternura resplandecente

Amor incomensurável

Flor incandescente

Bondade inigualável

Mamãe:

- A mais linda estrela, não tem o teu brilho

- A joia mais rara, não tem o teu valor

- Tu és para mim, meu porto seguro

- Tu és para mim, sinônimo de AMOR

 

 


 

 

03- PENSANDO NOS NÚMEROS

(Claudionor Araújo da Silva)

 

Da soma dos quadrados dos catetos,

achei o quadrado da hipotenusa.

Na perfeição das minhas medidas,

sessenta graus o triângulo acusa.

Quadriláteros retos, losangos obtusos,

tangentes de ângulos agudos.

Áreas e volumes de esferas, de prismas,

de cilindros e de paralelepípedos.

Viro o compasso; são trinta graus rumo norte;

Um barco a sessenta quilômetros por hora;

Matemática em harmonia.

A circunferência está tangente à reta,

que corta a cunha de uma esfera.

A coroa circular tem a área do setor circular,

de raio quase um tera.

Os volumes podem estar em progressão aritmética;

O último termo da sequência tem-se que encontrar.

O volume do cone, é igual ao volume,

da pirâmide quadrangular.

Viro o compasso; já são sessenta graus rumo sul;

Um trem a trinta quilômetros por hora;

Matemática em sintonia.

Um terço da sua idade representa o dobro da minha.

Vinte e cinco passos nessa mesma linha.

Trinta e sete polegadas transformadas em centímetros.

São duzentas milhas americanas,

transformadas em quilômetros.

Viro o compasso; já são noventa graus rumo oeste;

Uma vida agitada nos 365 dias do ano;

Matemática no dia-a-dia.

 

 


 

 

04- PORQUE AINDA POSSO SER MAIS...

(Claudionor Araújo da Silva)

 

No fim do livro, enfim, a última canção.

A cada estrofe, uma emoção.

A cada linha, muitas coincidências.

Em cada palavra, muitas confidências.

Na última página, minha vida.

Na última página, uma mágoa sofrida.

Na última página, quase um sonho.

Na última página, a figura de um ser tristonho.

Vive o poeta, a eterna conquista das palavras.

Sofre o poeta, na doce melancolia de muitas luas.

Passa o tempo, e o passatempo do poeta agora é SER MAIS.

Ser mais uma doce lembrança,

em um coração que já sofreu DEMAIS.

 

 


 

 

05- SER O QUE NÃO SOU

(Claudionor Araújo da Silva)

 

Quero cantar, sou um sabiá degolado.

Quero sorrir, estou boneco de pano costurado.

Quero andar, meu carro permanece sem rodas.

Quero correr, fico leopardo com patas feridas.

Quero sair, mas meu cão se amarra.

Quero ser “eu”, mas o poste é de concreto.

 

 


 

 

06- POEMA PARA UMA FLOR

(Claudionor Araújo da Silva)

 

Andei por todos os lugares

Em busca do amor perfeito

Porém só encontrei dissabores

Pois só tu mamãe é o verdadeiro afeto

Tu me deixas mais sereno e mais seguro

Contigo eu estou em paz

Tu és amor puro

Contigo minha tristeza se desfaz

Sei que sou o seu eterno menino

Você é a minha fortaleza

Ouço no badalar de um sino

Uma doce canção, que lembra a tua delicadeza

 

 


 

 

07- SOLIDÃO DE AMIGOS

(Claudionor Araújo da Silva)

 

Ira do tempo; minutos acelerados

Lua que traz inspiração; sábia natureza

Pensamentos que vagam; lenha na fogueira

Solidão de amigos

Vem o sol;

Cai a última lágrima de orvalho

Que agonia;

Minha angústia é a incerteza.

Tristeza e solidão

Pilha de gotas de lágrimas

O caderno é a areia

 

 


 

 

08- UNIDOS CONTRA A DENGUE

(Claudionor Araújo da Silva)

 

Aqui em Campo Grande existe uma Prefeitura

Que no combate à dengue não dá moleza não

Essa cruel doença vem de uma criatura

Um mosquito danado que põe você no chão

 

Avisa a SESAU: Não deixe água parada!

Limpeza é importante, cuide bem do seu quintal

Pneu, lata ou vaso; água acumulada

Você tem que limpar, vamos lutar contra esse mal

 

 


 

 

09- XÔ DENGUE

(Claudionor Araújo da Silva)

 

Existe um mosquitinho

Que é bem danadinho

Gosta de água parada

E vai te dar picada

A organização é a nossa missão

Se é pneu, se é vaso, se é lata... Pra não ter confusão

Deixe tudo bem sequinho; deixe tudo emborcadinho

Deixe seu quintal bem limpinho

Minha cidade é modelo

Mando o mosquito pro chinelo

Sempre estou em alerta

Xô dengue, aqui não tem porta aberta

 

 


 

 

10- FIM DE INVERNO

(Claudionor Araújo da Silva)

 

Na janela vejo a última gota gelada.

Na lareira, a última brasa acesa.

Na rua, o último brilho do retrovisor embaçado.

Ao passar, o jovem tira a touca de cor mesclada.

Um passarinho já acena com a asa.

Alguém faz um gesto engraçado.

Um sol, mais que bem-vindo, é quase um prêmio.

O céu responde num anil mais puro.

Nuvens agora estão seguindo o rumo leste.

Mesmo que queiras partir; digo-te:

-Vás, sem nenhum receio.

Mesmo que queiras partir; digo-te:

-Vás, pois tens um coração duro.

Mesmo que queiras partir, digo-te:

-Vás, pois sois um brilho sem luz celeste.

Talvez fostes a melhor coisa que eu tive.

Talvez fostes o amanhecer mais colorido.

Mas sei que fostes o entardecer, o anoitecer e a dor.

Agora eu sei que o amor, em mim, ainda vive.

Os meus olhos teimam em derramar um pranto dolorido.

No FIM DE INVERNO, a última lágrima é de amor.

 

 


 

 

11- SE O OUTONO FALASSE...

(Claudionor Araújo da Silva)

 

Um vento acelerado insiste em não parar.

O sol avermelhado está na penumbra da neblina.

Pétalas de rosas se despedaçam pelo ar.

E ainda cai a chuva fina.

As folhas murmuram o seu nome?

Não sei se é minha loucura ou minha insensatez.

Só sei que a indiferença, aos poucos me consome.

Será que pensas em mim? Talvez...

Por que é que todo amor não dura eternamente?

Será que nunca vamos aprender a amar?

Até as flores choram amargamente.

Até o seu amor deixou de se entregar.

Num dia desses um sábio disse:

-Só serás realmente feliz, se souberes amar.

E o que é a felicidade?

Sonho de plebeu em noite estrelada e de luar,

Ou fruto da penitência de muitas desilusões

E de eterna sinceridade?

 

 


 

 

12- QUEM SOU EU?

(Claudionor Araújo da Silva)

 

Estou na sua vontade escondida.

Amparo a ovelha desgarrada.

Se me aceitares de coração, estarei sempre contigo.

Serei para sempre o seu melhor amigo.

Sou capaz de te restaurar por completo.

Sou capaz de deixar o mar sereno e o tempo mais lento.

Sou capaz de destruir o seu inimigo apenas num aceno.

Posso te salvar do inferno.

Nenhum ser humano me vence.

Sou capaz de fazer com que você siga em frente, ou se canse.

Sei de todos os seus desejos.

Sei de todos os seus erros.

Ninguém me esconde nada.

Se fores justo, sua alma é por mim bem aventurada.

Faço obras perfeitas.

Ensino o caminho certo por LEIS indubitáveis e justas.

Estou em todos os lugares.

Sou o dono da terra, dos rios e dos mares.

Eu tenho o poder da vida. Posso levá-la, quando quero.

No universo vale o que eu disser. Em meu NOME,

muitos se livram do flagelo.

Por eles, espero.

Eu sou a força do amor.

Livro-te para sempre da dor.

Como já te disse:

- EU SOU O CAMINHO, A VERDADE

E A VIDA. Morri numa cruz.

Meu nome é JESUS!

 

 


 

 

13- MÃE: O AMOR PERFEITO

(Claudionor Araújo da Silva)

 

Estrela de brilho intenso

Flor rara do mais belo jardim

Sinônimo de afeto!

Sincero amor

Andei por todos os lugares

Só encontrei em ti, flor mamãe

“O Amor Perfeito”

 

 


 

 

14- CARACOL

(Claudionor Araújo da Silva)

 

Caracol marcou o assoalho

Segue seu destino lento.

Para que calcular seu caminhar

se o próprio “ser” já é

a inspiração dos números?

 

Lagoa esverdeada,

Girinos desenham trieiros prateados pela lua;

Matizes de peixes...

 

 


 

 

15- EMOÇÕES

(Claudionor Araújo da Silva)

 

Fim de tarde.

Pousa a gaivota.

Concha entoa uma canção.

É verão.

A emoção se move.

Algo traduz poesia.

 

 


 

 

16- MARIA ÂNGELA

(HOMENAGEM CRAS POPULAR)

(Claudionor Araújo da Silva)

 

Hoje um anjo se despede de nós

Anjos são assim:

Temos que entender o seu idioma, para compreendê-los.

Anjos costumam trazer a paz

É só lembrarmos do seu carisma

É só lembrarmos do seu poder de compartilhar o bem!

 

Maria Ângela:

 

Uma formosura; escultura divina

Entre as flores; sinônimo de beleza

Entre nós; eterna amizade

Parabéns!

Somos ETERNAMENTE GRATOS, pela sua existência

E onde estiver, nunca se esqueça:

Aqui, você sempre será admirada!

 

 


 

 

17- ÂNDREA

(HOMENAGEM CRAS POPULAR) 

(Claudionor Araújo da Silva)

 

Ândrea:

 

Na coreografia da vida é preciso sorrir.

No ritmo da canção, vivenciamos a sua alegria.

Através da dança, nos sentimos mais livres.

 

Você vai embalar outros palcos

Agora é hora de iluminar outros cenários

Viver com música é sempre se transformar

Tê-la ao nosso lado, foi sensacional.

Em clima de festa nos despedimos

Mas uma suave canção,

irá nos manter sempre em sintonia!

 

 


 

 

18- ÂNDREA - HOMENAGEM DO

GRUPO DE IDOSOS

ALEGRIA DE VIVER

(CRAS POPULAR)

(Claudionor Araújo da Silva)

 

Dizem que as fadas são capazes,

de acabar com qualquer tristeza...

Dizem que as fadas mudam as pessoas,

através do seu infinito amor...

Dizem que as fadas, incansavelmente,

buscam sorrisos, a todo instante...

Dizem que as fadas nos fazem dançar,

cantar e vibrar de alegria.

 

Ândrea:

 

De repente você surgiu...

Modificou as nossas vidas...

Nos fez sentir crianças...

E agora a sua partida nos entristece.

 

Fica entre nós a nossa amizade

E a certeza, de que uma FADA,

Passou por aqui

E nos fez sentir ETERNAMENTE JOVENS!

 

 


 

 

19- ROSÂNGELA 

(HOMENAGEM CRAS POPULAR)

(Claudionor Araújo da Silva)

 

Rosângela:

 

Vejo que a essência da vida é semear o bem

Vejo a Rosa Angelical que existe em ti

Vejo a guerra vencida pela boa vontade

Suas palavras, enfim...

A sua dedicação

 

 

Outros horizontes clamam novas dinâmicas

Novas manhãs vingarão outras teorias

Outras tardes serão juventude plena

O sonho é sempre a perseverança do futuro

 

E onde você estiver

Vamos nos aproximar,

Sintonizando o NOSSO COMPANHEIRISMO!

 

 


 

 

20- AMARGO

(Claudionor Araújo da Silva)

 

Pensando no que podia padecer

Padeci quando menos imaginava

Que pudesse padecer

Padecendo assim fui escravo de mim mesmo

Demorei a sair da senzala

Que me levou às nervuras do ódio

E esperei por um dia de festa

Ou por horas de liberdade

 

Só sei que hoje estou livre

De mim mesmo

De algumas coisas ruins

Do significado de cada coisa

Das coisas amargas

Dos caminhos destemperados

 

 


 

 

21- TER MEDO DO FUTURO...

(Claudionor Araújo da Silva)

 

Penso no futuro e sinto medo.

Medo do que há de vir.

Sentir medo é normal?

Quem terá mais futuro?

O que posso fazer para melhorar o futuro?

O que será do futuro sem mim?

O que será de mim no futuro?

 

 


 

  

22- ALGO...

(Claudionor Araújo da Silva)

 

Penso em algo que seja bom,

Que seja calmo, leve, de brando tom

Penso naquilo que me satisfaz

E a fantasia se faz...

Se viver mais, é sentir mais sabor,

Vivo agora com mais amor.

Vivo sempre a minha realidade.

Vivo em busca da eterna felicidade.

 

 


 

 

23- O SABER...

(Claudionor Araújo da Silva)

 

Está aqui, ali e em todo lugar.

Eu sei de algo, alguém sabe de algo mais.

Eu vivo em busca do saber,

Alguém despreza o aprender.

Quem nunca sabe nada?

O que é saber de tudo?

O que eu aprendi ontem?

O que eu sei hoje?

Amanhã, vou sentir que devo aprender mais?

Entender, compreender, querer crescer...

Ler, vencer, aprender a viver.

Ser saber!!!

 

 


 

 

24- COMPUTANDO...

(Claudionor Araújo da Silva)

 

Um bit, dois, três, muitos...

Agora tudo é byte.

Computar uma vida virtual,

Sentir que agora tudo está real,

Encontrar caminhos perdidos.

Sou mais, sou nada, me confundo

Entender a informação.

Me decepciono com a criação.

Meu paraíso, meu inferno,

Minha vida: Meu computador.

 

 


 

 

25- POR MAIS UM SENTIR!

(Claudionor Araújo da Silva)

 

Musgos descolorados, planície dourada

Alma sedenta de elogios

Expulso toda cegueira

Paisagem depredada

Fios loiros, ambição de muitos

Movimentos sinuosos

Toda inocência perdida

Coração deixou de amar

Que pena

Fuga de ilusão!

 

 


 

 

26- VERSO REVERSO

(Claudionor Araújo da Silva)

 

Azul e vermelho criam verão

Somos almas gêmeas

Cisne na lagoa prateada

Preciso do caminho ladrilhado

Onde está o amor na guerra?

Tudo na vida tem fim!

Infinitas, só progressões aritméticas...

Infância iluminada

Calor e frio

Noite e dia mesclados

Flocos de algodão

Num dia de verão

 

 


 

 

27- QUANDO PENSO...

(Claudionor Araújo da Silva)

 

Lembrei do passado; Sofri duas vezes.

Pensei em ser feliz!

Lembrei de você; Morri outra vez.

Pensei em nós dois!

Lembrei de bons momentos; Novamente sorri.

Pensei no amor!

Lembrei de gênios incompatíveis; Me vi em cinzas.

Pensei na dor!

Lembrei do som, do ar; Senti sabores.

Pensei nas emoções!

Lembrei da poesia; Quase chorei.

Pensei nas desilusões!

Lembrei de quem me fez mais forte;

Me senti mais leve.

Pensei nas flores!

Lembrei do nosso mundo; Fui às nuvens.

Pensei na diversidade das matizes!

LEMBREI...

QUANDO PENSO que agora,

do nosso amor, jamais esquecerei...

 

 


 

 

28- SERENIDADE

(Claudionor Araújo da Silva)

 

Crepúsculo!

Larídea solta no vento

Barco no horizonte

Ouço a sereia

 

Verde inviolável

Açúcar

Água cristalina

Recifes

Vida agreste

 

Tudo é paz

Tudo é amor

Tudo é alegria

Quanta ternura

Vivo a poesia!

 

 


 

 

29- PROCURO UM NOME

(Claudionor Araújo da Silva)

 

Inquestionável amigo!

À proteção? Risadas!

Ao desprezo? Risadas!

À crueldade? Risadas!

À falta de tolerância? Risadas!

Sentidos aguçados!

Sabor de sangue!

Às vezes se lamenta.

Às vezes foge.

Quase sempre: IRA.

Sangra o chão!

Guardião da paz!

 

Menosprezá-lo? NUNCA!

 

 


 

 

30- CAMPO GRANDE

(Claudionor Araújo da Silva)

 

Campo de Vacarias!

Terra Fértil!

Bom Jardim do Zé!

Na RUA VELHA:

Pau a pique!

Telha de barro!

De vila de boiadeiro,

À trem de comércio próspero!

De município verde oliva,

À capital do povo hospitaleiro!

Tens derramado em teu solo,

O sangue da força do trabalho!

Harmonicamente tu cresces,

Sintonizando tuas raízes,

Enaltecendo teu povo indígena

E valorizando a fauna e a flora!

 

 


 

 

31- VIDA CABOCLA

(Claudionor Araújo da Silva)

 

Embrenhada no cerro

Casa acerejada

Telha descorada

Chaminé encarvoada.

Regalo do matuto é pitar,

Na espaçosa quatro chinelos.

Algazarra da passarinhada,

Corredeira cristalina;

Gorjeio do sabiá.

Sertanejo

De dias cheios

E noites quase fechadas.

Lua é poesia;

Viola é lamentação.

Caipira se alonga,

Em eterna solidão!

 

 


 

 

32- DAIANE

(HOMENAGEM DO CRAS POPULAR)

(Claudionor Araújo da Silva)

 

Brilhante é o seu sorriso.

Doce, o seu coração.

A lágrima que cai de uma rosa,

Tem a essência da sua ternura.

A mais suave canção,

Tem a harmonia da sua amizade.

No mundo dos sonhos,

É um sonho estar ao seu lado.

Na realidade,

És sinônimo de doçura.

O mar guarda um tesouro,

Que tem o teu valor.

No infinito existe uma estrela,

Esperando você sorrir!

 

 


 

 

33- SEMPRE MÃE...

(Claudionor Araújo da Silva)

 

Perfume de jasmim,

Exalando ternura.

Flor única,

Reluzindo amor.

Pérola

Que revela dedicação.

Coração afetuoso,

Que conduz alegria.

Entre as estrelas,

És,

A mais cintilante.

Entre as pedras preciosas,

És,

A mais valiosa!

 

 


 

 

34- HOMENAGEM PARA A SIMONE

(CRAS POPULAR)

(Claudionor Araújo da Silva)

 

Em cada criança, você plantou a semente do saber.

Sua boa vontade vingou bons objetivos.

Suas opiniões enriqueceram os dias.

 

No paraíso da sabedoria,

Existe um livro aberto que diz:

 

Simone:

 

Tu és, a chave da motivação.

Tens o carisma e a perseverança de uma vencedora!

Quem estiver do seu lado, terá a fórmula do sucesso.

Quem te seguir,

Irá desbravar o arco-íris do conhecimento!

 

 


 

 

35- HOMENAGEM CRAS POPULAR

MULHERES DO CURSO DE

HABILIDADES MANUAIS

(Claudionor Araújo da Silva)

 

Lourdes:

 

 

Juntas, passamos bons momentos.

Ficarão na lembrança, tardes inesquecíveis.

Amavelmente oferecestes sua dedicação.

Compartilhamos boas conversas.

Tornamo-nos boas amigas.

 

 

Viver a sua missão,

É buscar o dom da paciência.

Vê-la partindo agora,

Dá-nos a certeza de que alguém muito especial,

Passou por aqui!

 

 


 

 

36- CRAS POPULAR

HOMENAGEM

 

FLÁVIA

(Claudionor Araújo da Silva)

 

 

Rouxinóis se alegram com a tua presença.

Vidas são modificadas quando você sorri.

Sua simpatia reluz vivacidade.

Deixas no ar, a força da amizade.

 

Seu coração traduz a beleza dos ipês na primavera.

Estar ao seu lado,

É ter toda a riqueza de uma poesia.

No alvorecer,

Os anjos te aplaudem!

Sentir-se bem,

É viver com a sua ternura!

 

 


 

 

37- SENSAÇÕES

(Claudionor Araújo da Silva)

 

De repente,

Riquezas de inverno:

Brisa fresca;

Folhas que caem;

Frutos que se despencam;

Flores que se despedaçam;

Cancelas que se abrem;

Céu nebuloso

E manhãs na neblina.

 

É tempo de amar!

Viver novas emoções.

Revigorar a alma;

Expelir dores;

Degustar outros sabores.

 

 


 

 

38- HOMENAGEM CRAS POPULAR

(Claudionor Araújo da Silva)

 

MARIA IZABEL:

 

 

Quando nascestes,

Uma brisa leve beijou sua face.

Nas areias,

Foi escrito o seu nome.

Nos mares,

As ondas se acalmaram.

O sol disse: Ternura!

A lua disse: Amor!

 

Nos bosques,

Borboletas festejavam,

Passarinhos se beijavam

E flores,

Se desabrochavam!

 

No infinito,

Os anjos aplaudiram!

Estrelas se acenderam!

 

E o universo SORRIU!

 

 


 

 

39- POEMA EM FLOR

(Claudionor Araújo da Silva)

 

Na flor do ar,

Fina flor!

Poema que dói.

Em flor, choras.

Sentimentos à flor da pele.

 

Flor das fadas!

Arte em floração.

Apenas,

Desabrocha o amor!

Apenas,

Floresce a alma!

 

 


 

 

40- É PRIMAVERA

(Claudionor Araújo da Silva)

 

Primavera!

Música no ar

Bosques acolhedores

Lírios Reluzentes

Beija-flores mágicos

Borboletas cupidos

Libélulas dançarinas

 

 

Imaginação a vagar

Sonhos a conquistar

Brisa estonteante

Águas que seduzem

Canários que se amam

Momentos inesquecíveis

Amor sublime!

 

 


 

 

41- CERTEZAS

(Claudionor Araújo da Silva)

 

Há dias depurados

E noites sujas.

 

Às vezes desgarrado.

Às vezes perfeito.

 

Ora criador.

Ora gênio do mal.

 

Estreito, tão difícil.

Largo, tão aprazível.

 

União escrita nas estrelas.

Revelação!

 

 


 

 

42- NUMA TARDE QUALQUER

(Claudionor Araújo da Silva)

 

Vinha a tarde...

À primeira vista: Encanto, fantasia...

O céu e as estrelas.

 

O Tempo passando...

Tantos sorrisos...

Corações quase apaixonados!

 

Outra tarde...

Quase o amor!

 

Numa tarde...

A tempestade

A dor

O fim

 

Muitas tardes se passaram...

O céu está sempre escuro

As estrelas perderam o brilho

 

Choram as tardes.

Tardes de lembranças.

 

E agora é tão tarde...

 

É tarde demais.

 

 


 

 

43- BAIRRO POPULAR

(Claudionor Araújo da Silva)

 

Em outros tempos:

 

Paisagem agreste;

Trieiros;

Girinos em águas prateadas;

Vida selvagem.

 

Acolhestes imigrantes!

 

No trem da inspiração poética:

Desbravadores ardentes.

Filhos que canalizaram teus campos

E enalteceram o teu progresso.

 

O apito da indústria próspera,

Deixa a rusticidade no passado!

 

Da terra batida ao asfalto.

Do lampião à gás às forças das usinas elétricas.

Da tabuada ao livro digital.

Das carroças aos carrões.

Do pau-a-pique à mansão dos letrados.

Das pobres tabernas às ricas prateleiras.

De vila pacata ao eterno bairro POPULAR!

 

 


 

 

44- FLOR DAS FADAS

(Claudionor Araújo da Silva)

 

Sorriso inexplicável!

Voz tão serena!

Destino cândido!

 

Alma mágica!

 

 

 

Quando cantas,

O vento ecoa

Rouxinóis gorjeiam

 

Borboletas se alegram

Libélulas dançam

 

 

 

Enquanto dormes,

Tens o brilho da lua

Tens o seu nome escrito nas estrelas

Anjos beijam a sua face

E até as águas querem te desenhar

 

 

 

Quando acordas,

 

O universo diz: - Bom dia!

As nuvens desenham um coração

A brisa traz o perfume do jasmim

E o cravo beija a rosa

 

 

 

Se no verão o seu pranto rolar

O sol ficará sem brilho

Se no outono você se entristecer

Os campos vão perder as colheitas

Se no inverno você se calar

As chuvas vão te chamar

Se na primavera você não sorrir

As flores vão murchar

Os beija-flores vão se entristecer

E os bosques vão ficar sem vida!

 

 

 

Brindemos agora:

A felicidade!

 

Eternamente:

O amor e a vida!

 

 


 

 

45- SEMPRE MAIS

(Claudionor Araújo da Silva)

 

 Naquela tarde...

No último raio de sol

Nas últimas lágrimas das rosas

Na última folha que caiu

No sopro da última brisa

No último voo do albatroz

Nos últimos murmúrios das águas

No último verso da poesia

Um beijo,

Enxugou a última lágrima

Um sorriso,

Jurou amor eterno!

 

 


 

 

46- CICATRIZES

(Claudionor Araújo da Silva)

 

Mesmo que o céu perca as estrelas

Mesmo que a lua se negue a clarear as noites

Mesmo que o sol fique sem brilho

Mesmo que morram todas as flores

Mesmo que sequem todos os mares

Mesmo que os pássaros percam as asas

 

Mesmo assim...

 

Jamais te esquecerei!

Existem as cicatrizes da tua presença.

 

No compasso de uma doce canção,

Subliminarmente, o seu coração bate!

 

 


 

  

47- FRAGRÂNCIAS

(Claudionor Araújo da Silva)

 

Quero a essência das violetas

Mas as tulipas são amarelas

As camélias já não são tão brancas

Morreram os cravos vermelhos

E os crisântemos estão tristes

 

Quero um jardim de jasmins

Mas as orquídeas estão sofrendo

Nasceram rosas amarelas

Perdi todas as papoulas

E as rosas brancas foram arrancadas

 

Quero as dálias amarelas

Porque as vermelhas foram cortadas

As rosadas, maltratadas

Nasceram as hortênsias

E os lírios estão murchos

 

 


 

 

48- NENA SARTI (HOMENAGEM)

(Claudionor Araújo da Silva)

 

Aura mágica!

Talento poético!

Desfrutar do seu caminho,

É saborear as riquezas das palavras.

 

Na alegria:

Rima perfeita de uma linda canção.

Na tristeza:

Encanto de um soneto.

 

Seu coração:

É obra em verso.

Sua história de vida:

Um rico tesouro.

 

Quando andas:

Os jasmins exalam perfumes.

Quando sorris:

Os anjos declamam poemas.

Quando falas:

O universo te aplaude!

 

 


 

 

49- PECADOS

(Claudionor Araújo da Silva)

 

De que vale um bonito sorriso,

Se a alma é soberba?

 

De que vale a arrogante ajuda,

Se as mãos são avarentas?

 

De que vale a hipócrita modéstia,

Se os tecidos são luxuosos?

 

De que valem os elogios,

Se os olhos são invejosos?

 

De que vale a fingida simplicidade,

Se existe a gula de vaidades?

 

De que vale fingir serenidade,

Se o coração arde em ira?

 

De que vale a boa vontade,

Se a alma se lamenta de preguiça?

 

 


 

 

50- OUTROS JARDINS NO MEU JARDIM

(Claudionor Araújo da Silva)

 

Repentinamente:

Mágoa de camélia branca,

Que perdeu o seu jasmim.

 

Culpaste os lírios.

 

Enraizaste entre as violetas,

Mas esqueceste das margaridas.

 

Estás entre as minhas rosas vermelhas.

Com o seu sorriso,

Faço chover cravos rosados.

Não te quero como as acácias amarelas.

Quero em ti, a essência do amarelo das dálias,

Mas tenho que arrancar todas as tulipas amareladas.

 

 


 

 

51- CRAS POPULAR

(HOMENAGEM)

(Claudionor Araújo da Silva) 

 

Willian:

 

 

Vejo em seus olhos o brilho de um futuro promissor

Fazes parte do sonho do amor sublime entre todos nós

És a força que embala a juventude inovadora

No seu sorriso, sinto a paz do seu espírito.

Conquistaste amigos!

Desejamos-te,

Pela eternidade:

 

Boa Sorte!

 

 


 

 

52- NA MESMA CANÇÃO

(Claudionor Araújo da Silva)

 

Noutros domingos

Nas fragrâncias amorangadas

Na sinceridade dos risos

Na juventude das margaridas

Num crepúsculo mais ardente

 

Jardim em festa!

Sedução no ar!

Lado a lado:

Emoção e timidez

 

Agora,

Apenas domingos

Outras paisagens

Chuva de cravos amarelos

Hortênsias que florescem

 

Tardes insípidas

 

 


 

  

53- ANTONIETA TRAD

(HOMENAGEM CRAS POPULAR)

(MULHERES DO GRUPO DE GINÁSTICA)

(Claudionor Araújo da Silva)

 

Seja bem-vinda

A tua presença

Emociona

Nos enaltece

 

No teu sorriso

A gente sente

Serenidade

Prosperidade

 

No universo já está escrito

Que tu nasceste para vencer

Queremos muito te abraçar

Tu és a força da mão amiga

 

 Antonieta você nos traz

Harmonia e benfeitorias

Antonieta você nos faz

Cidadãs de primeiro mundo

 

 


 

 

54- SOBREVIVÊNCIA

(Claudionor Araújo da Silva)

 

Bosques pervertidos

Chuvas de cravos amarelos

Corujas mal-intencionadas

Perfume das hortênsias

 

Ratos impertinentes

Brincadeiras maliciosas

Caretas vingativas

Dicções árduas

 

Nenhuma fragrância acalma

Tudo tem sabor de fel

 

Último gladiador sobrevivente!

 

 


 

 

55- O CÁLICE DA CURA

(Claudionor Araújo da Silva)

 

É como se a criação, ficasse sempre à espreita do criador.

É como se o artista, fosse somente, exibicionismo.

 

Morcegos e toupeiras não resolvem a questão!

Lagartixa de caverna é sempre presa fácil!

 

O vento que sopra lá, só traz poluição, por aqui.

O sol de lá, tem mais valor.

 

Diga-me o que tu queres!

Num dia qualquer, eu terei.

 

O que tem mais valor:

Fazer ou curar feridas?

 

O que é mais sensato:

Abraçar o inimigo ou a vaidade?

 

Quanto mais destruíres,

Mais próximo estarás,

Do mundo das MOSCAS!

 

 


 

  

56- NO TEMPO DAS AMAPOLAS

(Claudionor Araújo da Silva)

 

Noutras amapolas que se despetalaram:

Essência de azaleia branca.

 

Noutras camélias brancas que murcharam:

Sinceridade de tulipa vermelha.

 

Noutras tardes:

Sorrisos de crisântemos vermelhos.

 

Lado a lado, noutras noites:

Papoulas divididas entre

ETERNIDADE E BELEZA!

 

Sobrevivem os jasmins!

 

Toda carne perece.

 

 


 

 

57- MARCAS DE UM DESTINO

(Claudionor Araújo da Silva)

 

Impossível!

 

Corvos insaciáveis espreitam passos

 

Canção que não se quer ouvir

 

Linho branco repleto de nódoas

Obra de arte em pedaços

Planeta em escuridão eterna

 

Prisão de desfiladeiro

Dores das fragrâncias

 

Dias desperdiçados!

Pensamentos divididos entre

POR QUÊ?

e ESCOLHA

 

Tudo insiste nas mesmices

Melhoradas LÁ

Pioradas AQUI

 

Alma irrestaurável.

 

 


 

 

58- ENTRE TANTOS CORAÇÕES

(Claudionor Araújo da Silva)

 

Desesperadamente...

 

Pode estar na cabana

Talvez próximo às geleiras

Numa colina solitária

Na praia deserta

Na cidade perdida

 

Brandura!

Sofre, porque é a sina

 

Está perto do fim?

Ainda existe?

 

Coração mágico!

Um em um bilhão

 

No mundo dos sonhos:

Certamente...

 

 


 

 

59- NO MUNDO DAS SERPENTES

(Claudionor Araújo da Silva)

 

Afligir,

Por devoção.

Surrar,

Por prazer.

Maltratar,

Por profissão.

Fingir,

Porque não há saída.

 

Ah!, ah!, ah!, ah!, ah!,…

Tudo é aversão.

Ah!, ah!, ah!, ah!, ah!,…

Aproveitar-se de MEDOS.

 

Ah!, ah!, ah!, ah!, ah!,…

Nada substitui o TALENTO!

 

 

 


 

60- CAUSAS E EFEITOS

(Claudionor Araújo da Silva)

 

Cuidado!

É preciso mais que serenidade.

 

Não!

Antes de ir, se veja nos cenários.

 

Sempre agora!

Nunca deixe algo para depois.

O destino está do seu lado.

 

Pela experiência do passado,

Algo traduz SORTE!

 

Na chuva de pedras:

Escudo é inteligência.

 

Se gotas de orvalho ferirem:

Agigante-se!

 

Frente a frente com as serpentes:

Coragem inigualável!

 

Quando novas batalhas forem travadas:

Ainda existem as armas da simplicidade.

 

Tudo morre no tempo certo.

Onde houver falta de modéstia,

Haverá a essência dos PODRES PODERES!

 

 


 

 

61- DAIANE

(HOMENAGEM DE ANIVERSÁRIO)

(CRAS POPULAR)

(Claudionor Araújo da Silva)

 

Brilho de primavera!

CONGRATULAÇÕES estão escritas nas estrelas.

Tulipas vermelhas resumem a essência do seu carisma.

Tens o dom natural do encanto.

Sua alma guarda os segredos dos vinhos.

És sinônimo de BRANDURA!

No teu caminho:

Trinados de rouxinóis;

Beija-flores mágicos

E uma doce canção que diz:

PARABÉNS A VOCÊ!

 

 


 

 

62- TARDES DE SETEMBRO

(Claudionor Araújo da Silva)

 

Primavera!

 

Cai a tarde

Horizonte matizado

Brisa suave

Perfume de chuva

Flor de jasmim

 

Namoro de bem-te-vis

Rouxinóis nos bosques

Borboletas nos campos

Libélulas na lagoa

Beija-flores nos jardins

 

Dias inesquecíveis

TARDES DE SETEMBRO!

 

 


 

  

63- NOITES DE OUTONO

(Claudionor Araújo da Silva)

 

 

Noites estreladas

Brilho de lua nova

Lagoa azul

Perfume de rosas

Fogueira acesa

 

Canção poética

Dança cigana

Lenço nas mãos

Lábios de mel

Olhares ardentes

 

Saia rodada

Leque em punho

Fitas coloridas

Alegria de pandeiro

Ritmo contagiante

 

Amor

Paixão

Aventura

E sedução

 

Noites de outono!

 

 


 

 

64- PAI HERÓI

(Claudionor Araújo da Silva)

 

Meu pai:

 

Criança:

Para ver o meu sorriso.

 

Amigáveis conselhos,

Que refletem serenidade.

 

Mão que corrige.

Semblante que ensina.

Voz da experiência.

Olhar que repreende.

 

Visto-me de herói,

Para dizer que tu és,

Meu SUPER-HERÓI.

 

 


 

 

65- SEMPRE PAI

(Claudionor Araújo da Silva)

 

Papai:

 

Meu melhor amigo;

Bons momentos;

Repreensões corretas;

Braços que acolhem;

Canção que acalenta;

Sorriso sincero.

 

 


 

 

66- AGORA É PAI

(Claudionor Araújo da Silva)

 

Em tempos outrora:

 

Menino da bola de meia;

Do jogo de pião;

Jovem apaixonado;

Desejo de família.

 

Hoje Pai:

 

Cabelos grisalhos;

Rugas da experiência;

Escudo;

Esteio do lar.

 

 


 

  

67- AS FLORES FORAM TESTEMUNHAS

(Claudionor Araújo da Silva)

 

 

Certas tardes, DÁLIAS AMARELAS, se viram fracas.

 

Tardes das chuvas de ACÁCIAS AMARELAS.

Tardes em que, CRISÂNTEMOS AMARELOS, sorriram.

Tardes em que, penumbras,

esconderam DÁLIAS VERMELHAS.

Tardes em que, ROSAS AMARELAS,

se desabrocharam.

 

Depois...

 

Noites de assombros!

Lágrimas escondidas!


Eternamente:

Prisão do jardim dos erros.

Império de hortênsias!

 

 


 

 

68- TARDES DE VERÃO

(Claudionor Araújo da Silva)

 

O melhor sorriso

Beijo na menina

Abraço no amigo

 

Lugares aconchegantes

Petiscos inesquecíveis

Coquetéis refrescantes

 

Sombra de flamboyant

Canção POP

Cordas de violão

 

Chuva de veraneio

Bola nos pés

Areias ardentes

 

Piscina papo bom

Tobogã do agito

Boia do sossego

 

À tardinha:

Despedida

 

Horas de alegria

 

TARDES DE VERÃO!

 

 


 

 

 

69- CORUJAS

(Claudionor Araújo da Silva)

 

 

Espera!

Deixa o sol se por!

Deixa o rato se emburacar!

 

Elas vivem assim!

Vai passar uma,

Duas,

Três ou uma PANDILHA!

 

Que TEATRO!

Chirria daqui!

Dali!

De cá!

A noite é delas!

 

Olha!

Aquela já voltou!

Outras?

Estão ali!

 

Mas o rato sortudo,

É penumbra!

Tem brio!

 

Coruja esperta também dança!

Rato sabido tem mais vantagem!

 

Nessa malandragem,

Rato de língua afiada,

É cobiça de qualquer coruja!

 

 


 

 

70- AGORA?

(Claudionor Araújo da Silva)

 

Queres euforia?

Agora? Por quê?

 

Recusaste...

O perfume mais raro!

Ignoraste...

O teor de beleza!

 

Nos dias em que o sol brilhou,

Lançaste o punhal da arrogância!

Nas noites iluminadas,

Atiraste flechas envenenadas!

 

Abraçaste o fel!

Foste deliberadamente cruel!

 

No jardim,

Jasmins morreram abraçados,

Enquanto se beijavam!

Corvos maltrataram as rosas!

Sementes secaram

E cravos perderam a essência.

 

Queres euforia?

Agora? Por quê?

 

 


 

FIM!